segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Adolescente confessa ter incendiado viatura da PM por ciúmes da namorada

 
Foto: Cedida / Fernando Soares (Blog A Verdade)
Um adolescente de 14 anos foi apreendido, em Afonso Bezerra, por suspeita de ter incendiado uma viatura da Polícia Militar, na madrugada de 15 deste mês. O menino confessou o crime de declarou para a polícia que fez isso porque não gostou de ter sido abordado por policiais, na noite anterior, bem como estava com ciúmes por ter visto sua namorada conversando com policiais.
Além do adolescente de 14 anos, a polícia também identificou outro de 13 como participe no atentado. Este teria conseguido gasolina e repassado para o amigo. O jovem de 14 anos confessou que derramou a gasolina sobre a viatura e, em seguida, ateou fogo.

A viatura, modelo Gol G4, foi totalmente destruída com o incêndio. O carro estava estacionado exatamente em frente ao prédio onde funciona a delegacia da cidade. Os dois adolescentes relataram que após o veículo ser incendiado, eles correram e ficaram observando tudo por trás do posto de saúde da cidade.
O adolescente de 14 anos relatou também que é usuário de drogas. No dia do registro do incêndio, a polícia levantou a suspeita do uso de uma bomba para que a viatura fosse incendiada. No entanto, os dois menores negaram e confirmaram que usaram somente combustível e fogo.
  Fonte: Portal BO


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“O SUS é o melhor projeto de saúde do mundo, só falta ser implantado”, diz sindicato

O ministro da Saúde Alexandre Padilha

Rio de Janeiro – Passados 25 anos da criação do modelo de estruturação do Sistema Único de Saúde (SUS), feito a partir da Constituição Federal de 1988, o projeto não saiu do papel. A opinião é do presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro (Sinmed-RJ), Jorge Darze.
“No Rio de Janeiro o que está faltando é implantar o SUS. Na verdade o que nós temos é um arremedo de SUS, nós ainda temos no Rio de Janeiro as três esferas de governo fazendo a gestão de suas próprias unidades, cada uma olhando para o seu umbigo, esquecendo que o sistema é único”, disse o sindicalista.
A subsecretária de Unidades Próprias da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Ana Lucia Eiras das Neves, admite que ainda falta muito para o sistema funcionar perfeitamente, mas destaca que o atendimento melhorou muito nesses 25 anos. “Houve um avanço, a estruturação lógica de rede, de regulação, de organização de serviços, de oferta. No momento temos um cenário em que os serviços estão sendo oferecidos, os municípios estão investindo em atenção básica. As demandas ainda continuam muitas, mas já houve um avanço”.
Para ela, a principal melhoria foi a universalização do atendimento. “O sistema agora é único, ou seja, toda a população pode utilizar, o que é um avanço em relação ao modelo anterior e até em relação a muitos países mais desenvolvidos. Nós temos que continuar investindo, a parcela precisa aumentar, as demandas são crescentes, há um envelhecimento da população, há um avanço de tecnologia, com custos crescentes e a gente precisa melhorar na questão do financiamento”, admite a subsecretária.
Dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), mostram que a rede de atenção básica na cidade passa por uma reestruturação. Nos últimos anos, foram inauguradas 70 clínicas da família, que cobrem agora 41% da população; os hospitais Evandro Freire, na Ilha do Governador; e Pedro II, em Santa Cruz; além de duas maternidades, o Hospital Maternidade Maria Amélia Buarque de Hollanda, no centro; e o Hospital da Mulher Mariska Ribeiro, em Bangu. Também estão já em atividade sete novos centros de Atenção Psicossocial (CAPs).
A SMS oferece os serviços em 200 centros municipais de Saúde (CMS), para o atendimento básico; nove policlínicas de atenção secundária e ambulatorial especializada; 13 centros de Atenção Psicossocial para saúde mental; 14 unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), que fazem cerca de 100 mil atendimentos mensais cada; e cinco coordenações regionais de Emergência (CER),que ficam ao lado de grandes emergências de hospitais, para atender casos menos graves. A rede pública da cidade do Rio conta, ainda, com seis hospitais de emergência e dois de pronto-atendimento; seis hospitais especializados, três unidades psiquiátricas, três hospitais pediátricos e um de geriatria, que atendem encaminhamentos da atenção básica; dez maternidades e uma casa de parto.
A SMS destaca que as clínicas da família em toda a cidade fizeram, no ano passado, mais de 25,6 milhões de procedimentos ambulatoriais e as UPAs e CERs contribuíram para a redução pela metade dos atendimentos de emergência nos grandes hospitais da rede. Desde 2009, as UPAs do município fizeram mais de 3,6 milhões de atendimentos, com taxa de resolubilidade de 98% dos casos.
Na rede estadual de assistência à saúde, são 52 unidades de Pronto-Atendimento ; 21 hospitais, sendo seis com maternidade, e oito na capital; seis institutos estaduais, especializados em hematologia, cardiologia, dermatologia, diabetes, endocrinologia, doenças do tórax e infectologia; dois postos de Atendimento Médico (PAM); o Centro de Diagnóstico por Imagem (Rio Imagem); e o Centro de Tratamento Psiquiátrico e de Adictos, para dependentes químicos.
A SES também mantém o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192), na capital; o Instituto Vital Brasil, que faz pesquisa e produz soros e medicamentos; centros de hidratação contra a dengue e 18 farmácias populares, sendo seis no município do Rio. A assessoria da secretaria estadual destaca o aumento do número de leitos de unidades de terapia intensiva (UTIs) mantidos pelo estado, que passou de 269, em 2006, para 992, em 2013; os partos passaram de 15,2 mil para 23,4 mil; e o número de exames de imagem subiu de 25,3 mil, em 2007, para 595,3 mil, em 2012.
Fonte: Carta Capital




Perfil em rede social lança candidatura de Carlos Eduardo ao Governo



Jornalistas e blogueiros políticos do Rio Grande do Norte foram pegos de surpresa na noite do domingo (19), com o surgimento de um perfil em redes sociais associando o nome do prefeito Carlos Eduardo a candidatura ao Governo do Estado em 2014. A página foi criada por volta das 21h e apresenta informações pessoais do prefeito e fotos em diversas solenidades.
A foto do perfil e da página virtual mostra Carlos Eduardo como se estivesse em campanha eleitoral, inclusive com número da legenda. Em outras imagens, ele é visto com outros políticos, como o vice-governador Robinson Faria, o deputado federal Fabio Faria, o deputado estadual Agnelo Alves e seu secretário chefe do Gabinete Civil, Sávio Hackradt.
No entanto, tal prática seria ilegal, tendo em vista que a definição partidária de seus candidatos só poderá ocorrer em 2014, após as convenções e homologação da Justiça Eleitoral.
A assessoria de imprensa da Prefeitura de Natal informou que, por enquanto, o prefeito Carlos Eduardo não se pronunciará sobre o assunto e que a referida página não é reconhecida como oficial ou que tenha relação ao chefe do executivo.
Fonte: Portal no Ar



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domingo, 18 de agosto de 2013

Para NYT, Ivete Sangalo é como Janis Joplin

Ivete Sangalo em show em Newark, New Jersey, : "com nada mais a provar no Brasil”, cantora mira mercado inetrnacional, diz NYT
 
São Paulo – Para o The New York Times, a cantora Ivete Sangalo faz parte da linhagem de artistas do naipe de Janis Joplin, Tina Turner e Bette Middler, já que ela é “ousada, atrevida e barulhenta” como as citadas. O jornal norte-americano publicou reportagem com a baiana, que se apresentou ontem em Newark, próximo à cidade de Nova York.

Na matéria - assinada pelo ex-correspondente do veículo no Brasil, Larry Rohter (o mesmo autor da reportagem sobre os hábitos etílicos de Lula) - Ivete Sangalo aparece como uma cantora “com nada mais a provar no Brasil”. A listar: 15 milhões de discos vendidos, o mais alto cachê entre as mulheres e milhões de seguidores no Twitter.
É por isso que ela agora olha o mercado global, segundo o Times.
Para o público norte-americano, não acostumado ao balanço do axé, o jornal salienta que há um abismo entre o que se percebe no exterior como música brasileira e o que é de fato escutado por aqui.
“Enquanto cantores e compositores como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Marisa Monte ganham aplausos no exterior pelos vocais sutis com melodias e harmonias sofisticadas, a parada no Brasil é dominada por axé, baladas pop românticas e uma versão local de música country chamado sertaneja”, diz o jornal.
Embora haja algumas críticas de analistas brasileiros, Ivete Sangalo consegue uma penca de elogios da publicação, que aponta a onisciência dela em todas as mídias no país e a imagem pública positiva que construiu.
Este foi o segundo show de Ivete Sangalo na região de Nova York. O primeiro, em 2010, também rendeu matéria no jornal. Ela segue em uma pequena turnê nos Estados Unidos.
Segundo o The New York Times, resta saber se a baiana “quer seguir os passos de alguém como Shakira, a cantora colombiana que alterna entre projetos em Inglês e espanhol”. Ao jornal, Ivete disse considerar essa hipótese uma “carta na manga”, mas apontou dificuldades para se ausentar por muito tempo do Brasil.
Fonte: Revista Exame




Falta de higiene com os dentes causa doenças na boca e põe saúde em risco



Aboca tem milhões de bactérias. Algumas são inofensivas, mas outras podem causar sérios danos aos dentes e à saúde, pois se organizam em colônias e formam as chamadas placas bacterianas. Uma vez instaladas nos dentes, essas bactérias liberam um ácido que corrói o esmalte, resultando na cárie. Podem também provocar doenças periodontais como a gengivite (inflamação da gengiva) e a periodontite (quando a inflamação atinge o osso e os ligamentos dentais), fenômenos que, se não tratados corretamente, às vezes até levam à perda dos dentes atingidos.
As bactérias que causam a cárie são diferentes das que causam as doenças periodontais. Alguns grupos, vale destacar, são bem agressivos e às vezes chegam até a corrente sanguínea em grande quantidade, podendo causar sérios problemas. Nessa situação, existe o risco de provocarem doenças sistêmicas como a endorcadite bacteriana, uma inflamação grave do endocárdio, membrana que reveste internamente o coração. Essa doença, infelizmente, tem um alto índice de mortalidade.
Como se vê, a falta de higiene bucal pode não apenas causar problemas dentários, como também colocar em risco a saúde. A forma mais eficaz de evitar isso é higienizando a boca diariamente. A higiene bucal, como se sabe, consiste em usar fio dental e escovar os dentes depois de cada uma das refeições. E nesta ordem: passar o fio com cuidado entre todos os dentes, para retirar eventuais detritos alimentares, e em seguida escovar. Fio e escova removem as bactérias e impedem que se organizem sobre o esmalte dos dentes.
A escovação deve ocorrer logo que se acorda e após as refeições, sejam grandes, sejam pequenas. Quando você come alguma coisa, deve passar o fio dental e escovar logo os dentes. Não tenha pressa. Escove por 3 a 5 minutos sem forçá-los. O ideal é comprar escovas de marcas conhecidas que tenham cerdas macias e cabeça pequena, que são mais eficazes e não danificam o esmalte dos dentes nem a gengiva. Uma boa escova dura cerca de três meses. Decorrido esse tempo, descarte-a e compre outra.
Em relação às pastas de dentes, use de preferência as que têm flúor na fórmula, pois ajudam a reduzir o risco de cárie. Mas crianças pequenas, sobretudo as menores de 3 anos, não podem usar pasta de dentes com flúor, pois, se ingerida, pode danificar a estrutura dos dentes permanentes. Adultos só devem usar outros tipos de pasta se o dentista recomendar. Você pode estar se perguntando: "E as escovas interdentais, são usadas quando?". São indicadas em especial a quem tem próteses; àqueles que usam aparelhos fixos; e em alguns casos de doenças periodontais, sempre com recomendação do dentista.
A higiene pode ser complementada com enxaguatórios bucais, de preferência também com indicação profissional, pois há diversos tipos. Esses líquidos têm ação indiscriminada sobre as bactérias, matando tanto as "boas" quanto as "prejudiciais". Caso sejam usados por período prolongado, podem romper o equilíbrio da flora bucal. O melhor enxaguatório é sempre aquele que o dentista indica. Dê preferência aos que não contêm álcool na fórmula, pois são menos agressivos à mucosa da boca.
Fonte: Revista Caras  por Flávio Luposeli*
 
 
 
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Jogadores de vôlei criticam mudanças no regulamento

A opinião dos jogadores e gestores se divide, mas todos concordam que a iniciativa foi uma demanda da televisão, sem a qual o esporte não sobrevive (Divulgação)

Uma importante mudança nas Superligas Masculina e Feminina foi anunciada nesta quarta-feira, 14 de agosto, em plenária com representantes da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), dos clubes participantes e da Comissão de Atletas masculina.  Nesta temporada, os campeonatos terão sets de 21 pontos, em vez de 25. As paradas técnicas ocorrerão a sete e a 14 pontos. Para atletas e treinadores, isso significa uma drástica diminuição de tempo de partida e a criação de uma nova estratégia de jogo.
A opinião dos jogadores e gestores se divide, mas todos concordam que a iniciativa foi uma demanda da televisão, sem a qual o esporte não sobrevive.  Em 2000, foi eliminada a vantagem no saque para diminuir o tempo de jogo. Agora, com o mesmo intuito, diminuiu-se o número de pontos de cada set.

Além disso, foi decidido que as equipes da Superliga poderão completar a lista de inscritos com jogadores de clubes eliminados na Superliga B e que os delegados de arbitragem de jogo passarão a ser neutros, indicados pela CBV, e não mais pelas federações.
Por meio de nota oficial, Renato D’Ávila, superintendente da CBV, disse que o novo formato trará mais agilidade ao jogo e já tem demonstrado resultados positivos nos primeiros jogos realizados no Campeonato Paulista. Ainda em nota, a CBV diz que a expectativa é de que “o jogo ganhe ainda mais dinamismo, ganhando em emoção para o espectador”.
José Montanaro, ex-jogador da chamada “seleção de prata” dos anos 80, é gestor do time de vôlei do Sesi-SP e participou das plenárias. Alguns meses antes, segundo ele, funcionários de marketing dos clubes e a CBV estiveram em reunião com a televisão para aprovar a diminuição do número de pontos de cada set: “O martelo já foi batido ali”. Ainda de acordo com Montanaro, o assessor da Federação Internacional de Voleibol, organização que deu aval para as alterações, foi diretor de esportes de televisão durante anos. “Ele conhece profundamente o vôlei e pensa no esporte do ponto de vista do jornalista e do espectador. É como um filme, você não quer assistir a um filme de 2h30”. Para o ex-jogador, o esporte ficará mais intenso e interessante. “É uma mudança quase cultural, muda o timing completamente”.
O central Gustavo, do Canoas Vôlei, foi representante da Comissão de Atletas na plenária e declarou que ainda não tem uma opinião formada sobre a nova regra: “Prefiro jogar com os 21 pontos para depois avaliar. Não teve uma votação, fomos comunicados de que foi uma exigência da televisão”.
Jogadores que já testaram a nova regra no Campeonato Paulista disseram que a medida transforma completamente a dinâmica do jogo. Para Vini, central do Brasil Kirin, os jogadores tem de ficar atentos a esse tipo de mudança. “Diminuíram o tempo da partida e também do saque. Não temos tempo para pensar na jogada e nossa margem de erro é quase nula. A Comissão de Atletas tem que ter muito cuidado e preservar a essência do esporte. A interferência da televisão não pode descaracterizar o esporte.”
Sandro, levantador e capitão do time do Sesi-SP, acha que a mudança não é prejudicial ao esporte e que os jogadores brasileiros não devem ter dificuldade de adaptação. “As pessoas acham que não faz diferença, mas faz. Você não pode deixar a equipe adversária abrir vantagem, porque fica muito mais difícil de recuperar agora. Mas não acho que o Brasil terá dificuldade em se adaptar. Mudou porque fica melhor para a televisão e não é a primeira vez que isso acontece. Essa mudança em particular não muda a essência do jogo, então acho válida”.
Fabio, gestor do Canoas Vôlei, esteve presente na reunião e diz que o clube não tem nenhuma posição a respeito da nova regra. “A proposta atende aos interesses da televisão, nossa opinião não foi perguntada. Tecnicamente não podemos avaliar se é benéfica ou não porque ainda não testamos. Se nos dará mais transmissões, mais patrocínio, é mais receita para os clubes. Os interesses da televisão devem ser casados aos do esporte. Torcemos por isso”.
Os veteranos da década de 80 foram os primeiros jogadores de vôlei a se tornarem celebridades esportivas no Brasil e conhecem a importância da cobertura televisiva. Em 1983, a Seleção Brasileira enfrentou a União Soviética diante de mais de 95 mil pessoas no Maracanã – o maior público da história do vôlei. A partir daí, o esporte consolidou o interesse da imprensa e tornou-se febre nacional. Em 1984, o Brasil ficou em segundo lugar nos Jogos de Los Angeles e conseguiu a primeira medalha olímpica no vôlei.
Para William Carvalho, companheiro de Montanaro na “seleção de prata” e um dos responsáveis por popularizar o saque “Viagem ao Fundo do Mar”, a diminuição de pontos dos sets mudará muito o jogo. “Essa influência da televisão sobre o esporte é ruim às vezes para os jogadores, mas precisamos nos adaptar porque dependemos da exposição e é o que acontece para conseguirmos um espaço”.
Montanaro diz que o desenvolvimento do esporte no Brasil depende de exposição midiática.  “Em 81, conquistamos a primeira medalha no vôlei brasileiro e, quando voltei para o Brasil, só tinha minha família me esperando no aeroporto. Ninguém ficou sabendo. Em 83, com a transmissão do jogo e narração do Luciano do Valle, o esporte se transformou num espetáculo. A televisão não tem o interesse de desconfigurar o esporte, mas é uma empresa que visa o lucro e nós temos que nos tornar um produto comercialmente viável para ela”.
Fonte: Fox Sports  (Reportagem de Manuela Azenha)



Hapvida é a operadora que mais cresce no Brasil


O Sistema Hapvida, maior operadora de saúde do Norte e Nordeste, teve sua qualidade comprovada nas regiões onde atua. Segundo os dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), no último mês de junho, o crescimento da operadora superou a estatística de crescimento nacional em número de usuários de planos de saúde e apresentou um aumento de 5,8% em medicina enquanto a média nacional foi de 2,7%.
O Hapvida Saúde é a terceira maior operadora em medicina do Brasil e mantém a quarta posição no serviço de odontologia, apresentando um crescimento de 15% no número de clientes que adquiriram plano de saúde com o serviço odontológico.
(Fonte: Mixmídia Assessoria de Comunicação)


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