domingo, 10 de março de 2013

Julgamento do caso Mércia terá transmissão ao vivo pela TV, rádio e internet


O júri que decidirá se Mizael Bispo de Souza é culpado ou inocente pela morte da advogada Mércia Nakashima será transmitido ao vivo por emissoras de TV e rádio e pela internet.
A decisão inédita de exibir ao vivo o julgamento de um crime doloso em meios de comunicação foi uma saída encontrada pelo juiz Leandro Bittencourt Cano, do Tribunal do Júri de Guarulhos, para "dar mais legitimidade ao veredito".
O magistrado explicou que a transmissão do julgamento pode proteger o suspeito de um possível ataque de fúria da população motivado pela "sentença midiática". Ele não acredita que a veiculação do júri na mídia seja capaz de exercer pressão sobre a decisão dos jurados.
Mizael Bispo de Souza, que jura inocência pelo assassinato de Mércia, começará a ser julgado no próximo dia 11. O prazo previsto para anúncio da sentença é de cinco dias. O quarteirão onde fica o prédio do fórum será isolado para facilitar o trabalho da imprensa e evitar tumulto. Somente as pessoas que tenham necessidade urgente de ir ao fórum poderão ultrapassar o isolamento.
Fonte:  Sidney Rezende

Conheça a lista dos dez CDs mais vendidos de 2012


"Esse cara sou eu"
A lista dos dez CDs mais vendidos de 2012, que a Associação dos Produtores de Discos divulga nos próximos dias, revela que o líder Roberto Carlos, com o CD Esse Cara Sou Eu, vendeu mais do que todos os outros artistas desse ranking somados. Alcançou 1,7 milhão de CDs contra 1,6 milhão. Abaixo os números:
1) Roberto Carlos – Esse Cara sou Eu – 1 734 461
2) Paula Fernandes – Meus Encantos – 312 257
3) Padre Marcelo Rossi – Ágape Amor Divino (Ao Vivo) – 301 902
4) Roberto Carlos – Roberto Carlos em Jerusalém – 220 948
5) Padre Marcelo Rossi – Ágape Musical – 193 872
6) Adele – 21 – 189 945
7) Paula Fernandes – Pássaro de Fogo – 166 947
8 ) Luan Santana – Quando Chega a Noite – 156 931
9) Vários – Sambas de Enredo – 131 632
10) Maria Rita – Redescobrir – 129 612
  Fonte: Lauro Jardim de Veja.

Ônibus da banda Forró da Pegação se envolve em acidente e um morre


Fotos: Cedidas / Blog F. Silva

 Os integrantes da banda potiguar Forró da Pegação tiveram um grande susto, na madrugada deste domingo (10). O ônibus em que eles viajavam se envolveu em um acidente, em Pernambuco, ao ser atingido por um veículo modelo CrossFox que teria invadido a contramão. O motorista deste carro morreu na hora.
Ele foi identificado como Enneas Ebimael Galindo de Souza, de 35 anos. A vítima era secretário de Saúde do município de Calçado, em Pernambuco. Outras duas pessoas ficaram feridas no acidente, registrado na BR423, entre as cidades de Lajedo e Cachoeirinha.
Através do Twitter, o músico Pedro Estevam, cantor e líder da banda, pronunciou-se sobre o acidente. “Infelizmente, fomos vítimas de uma fatalidade, quando estávamos indo para o segundo show da noite, em São Bento do Uma (PE)”, escreveu.
Em outra postagem, o cantor explicou: “Um motorista conduzindo um CrossFox entrou na contramão e colidiu de frente com o nosso ônibus. Infelizmente, o motorista (Fox) veio a óbito”. Pedrinho também tranquilizou os fãs da banda. “Galera está tudo bem com todos nós que fazemos o @forrodapegacao, graças a Deus”.
Fonte: Portal BO 

ANS leva até 12 anos para julgar operadoras de planos de saúde


Órgão do governo responsável por fiscalizar os planos de saúde, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) leva até 12 anos para analisar processos em que operadoras de planos de saúde são acusadas de irregularidades contra seus clientes. 

Nas últimas três semanas, a Folha analisou 765 processos julgados pela diretoria da ANS entre janeiro e fevereiro. Desses, 522 tramitavam havia cinco ou mais anos na agência.
Os outros 243 processos levaram de um a quatro anos para conclusão. Operadoras condenadas ainda podem recorrer à Justiça para escapar das multas que vão de R$ 5.000 a R$ 1 milhão.
A demora faz com que punições sejam canceladas e multas reduzidas porque anos depois da abertura do processo regras foram extintas ou alteradas.
A ANS não tem poder para determinar que a operadora respeite a lei atendendo ao consumidor. A multa, porém, serve como prova para o usuário recorrer à Justiça.
Há ainda casos em que a multa sugerida foi reduzida ou anulada pela diretoria colegiada da agência, composta por indicações políticas, sem que as explicações para tanto fossem registradas em ata.
Em 2008, a primeira instância da ANS propôs multa de R$ 294 mil contra a Unimed Pelotas por incluir aditivo nos contratos sem a concordância dos usuários.
A diretoria de fiscalização se posicionou pela redução do valor da multa para R$ 21 mil. Alegou que o cálculo que se baseia no número de clientes da operadora estava errado.
Cinco anos depois, a diretoria da ANS mandou arquivar o processo. Na ata da reunião da diretoria, não há explicações dos motivos. A página da ANS na internet apenas detalha os processos julgados nos anos de 2004 a 2009.
QUEIXAS
Os planos de saúde lideram o ranking de reclamações dos consumidores elaborado pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) há 12 anos.
As queixas são as mesmas que levam anos aguardando julgamento da ANS: negativa de cobertura, reajuste por faixa etária e anual e descredenciamento de serviços.
Em 2005, a Fundação Geraldo Correia, que administra o hospital São João de Deus (MG), foi acusada de recusar um cliente por ter mais de 50 anos à época, o que é proibido por lei. Da queixa até a aplicação de multa de R$ 10 mil passaram-se oito anos.
UM A UM
Os processos são analisados de forma individualizada pela ANS e passam por várias instâncias. Ou seja, se clientes de cinco empresas diferentes fizerem a mesma queixa, serão abertos cinco processos.
A agência só analisa casos conjuntamente quando as ações são coletivas.
Dos processos julgados pela ANS neste ano, dois foram abertos há 12 anos. Em ambos os casos, a agência revogou as punições porque as regras que a justificaram não estavam mais em vigor.
Num dos casos, a empresa sonegou informação sobre o responsável por repassar dados dos clientes à ANS. A legislação obriga o repasse porque as operadoras precisam ressarcir o governo caso seus clientes usem o SUS (Sistema Único de Saúde) ocupando o lugar de quem não têm condições de pagar um plano. 
Fonte: Folha

sábado, 9 de março de 2013

Fernando Mitre fala sobre a preparação da Band para 2013

O jeito “quietão” do mineiro Fernando Mitre esconde um humor afiado. E é assim que ele também conduz sua vida profissional, acompanhando de perto o que é notícia e revelando, nos bastidores o que não mostra no vídeo. Mitre, que acaba de assumir o cargo de Diretor de Jornalismo e Esportes de todos os veículos do Grupo Bandeirantes, também é comentarista do “Jornal da Noite” e apresentador do programa “Canal Livre” e diz se sentir mais à vontade fazendo jornalismo nos bastidores, cobrando e contribuindo com os colegas sem precisar se expor em horário nobre. “Meu perfil é de uma participação mais reflexiva, mais final de noite”, pondera.
Nascido na cidade de Oliveira, o jornalista começou a escrever para jornais da sua cidade aos 16 anos. Com 19, já era editor de “Internacional” do Correio de Minas, em Belo Horizonte, e um ano depois assumia o cargo de secretário de redação do mesmo jornal. Passou pelas faculdades de Direito e Economia até se mudar para São Paulo (SP), onde concluiu o curso de Letras na PUC e colaborou para a criação do extinto Jornal da Tarde, onde foi chefe de redação por três vezes. “Tenho uns 20 anos de universidade, mas não sou exemplo pra ninguém. Eu nem contava isso pros meus filhos quando eram mais jovens porque era um mau exemplo”, brinca.

Perto de completar 70 anos, Mitre se entusiasma ao falar sobre os debates presidenciais, critica a beleza gratuita no jornalismo de televisão e se surpreende com a sua crescente popularidade, proporcional ao sucesso do personagem Fernando Litre, interpretado pelo ator Eduardo Sterblitch no programa “Pânico na Band”. “Se o Litre teve algum impacto na minha vida? Ô!”, diverte-se.

Em sua sala no primeiro andar da central da Band, no bairro do Morumbi, zona sul de São Paulo, Mitre tem vista para toda a redação, pequena diante do número de profissionais que coordena – são 30 emissoras em todo o país. Entre eles, alguns polêmicos, como o jornalista José Luiz Datena, “provavelmente o maior comunicador de notícias da televisão brasileira”. “Datena é polêmico sim, e ainda bem. Quando ele saiu [da Band para a Record, em 2011, onde ficou apenas 43 dias], eu fiquei muito triste. Quando voltou, fiquei muito feliz.”

E segue decisivo, desta vez ao falar sobre a perda do colega e amigo Joelmir Beting, morto em novembro do ano passado. “Ele é insubstituível. Eu não vejo ninguém com condições de fazer o que ele fazia. Foi uma perda brutal, absurda. Nem entendi muito bem o que aconteceu”, diz.

IMPRENSA – A Band tem tradição em cobertura esportiva. Com a Copa das Confederações e a Copa do Mundo, quais as expectativas da emissora?
Fernando Mitre - Estamos com um planejamento espetacular, nós vamos fazer uma cobertura maravilhosa não só na Copa das Confederações, como na Copa do Mundo, que é a tradição da Band. O desafio da Band, assim como nas Eleições, me lembra um pouco esses grandes eventos esportivos, porque a cada evento você tem de dar um salto de qualidade, e o desafio só aumenta. Se você pegar a cobertura de Eleições da Band, que pra mim é uma das marcas fundamentais do jornalismo da emissora, os nossos resultados no período eleitoral são os melhores possíveis, e os nossos debates estão se modificando.
O que acha do jornalismo que está sendo feito hoje na TV ?
Há vários tipos de jornalismo. Os telejornais clássicos do horário nobre, que dão o noticiário com as matérias sempre buscando resultados de audiência, têm uma abordagem e tratamento diferentes dos jornais de fim de noite, que sem dúvida nenhuma vão ser cada vez mais reflexivos, enquanto os do horário nobre serão cada vez mais rápidos, feitos com painéis completos, prestígio e credibilidade, como é o caso do “Jornal da Band”.
Fonte:  portalimprensa

Eduardo Campos divide base tucana ao buscar apoio na oposição

 
Em busca de aliados para entrar na corrida presidencial, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), acabou dividindo a base do provável candidato do PSDB, o senador Aécio Neves (MG).
Integrantes dos dois partidos que deram sustentação aos tucanos nas duas últimas campanhas presidenciais, o DEM e o PPS, começaram a manifestar abertamente preferência pelo governador.

Num encontro recente da cúpula do DEM, a maioria dos deputados que integram sua bancada na Câmara disse que acha melhor embarcar no projeto político de Campos do que continuar com o PSDB.
O presidente do PPS, deputado federal Roberto Freire (SP), já declarou publicamente sua "simpatia" pelo pernambucano e convidou-o a discursar na abertura da convenção da sigla, em abril.
A movimentação começou a despertar preocupação entre aliados de Aécio. Eles temem que ele termine isolado na disputa se Campos conseguir o apoio dos dois parceiros históricos dos tucanos.
O presidente do DEM, senador Agripino Maia (RN), que participou da reunião em que os deputados da sigla defenderam a candidatura de Campos, acha que ainda é cedo para definições. "O meu papel é somar as forças que se movam contra o PT", diz.
Discretamente, o PPS começou a planejar um lance mais ousado, a criação de uma nova sigla que poderia atrair descontentes do PSDB e de outros partidos para engrossar as fileiras do governador de Pernambuco.
Freire disse que fará em breve uma consulta ao Tribunal Superior Eleitoral para saber se poderia fazer isso patrocinando uma fusão do PPS com outro partido pequeno, abrindo uma janela para a migração dos descontentes.
"Queremos articular uma força que possa derrotar o governo que está aí", disse Freire. "Quem tem condições de representar uma alternativa? Se o Eduardo Campos representa isso, o PPS vê com simpatia. Se o Aécio representa, também. Não há decisão."
A aproximação de Campos com a oposição também conta com a simpatia de políticos ligados ao ex-governador José Serra, que foi duas vezes o candidato dos tucanos à Presidência e vê com desconfiança as chances de Aécio.
Como a Folha noticiou, em janeiro Freire convidou Serra, de quem é amigo há muitos anos, a migrar para o PPS.
Nos últimos dias, Campos esteve com dois aliados de Serra no PSDB, o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, e o de Teresina, Firmino Filho.
O próprio Serra foi contatado recentemente pelo pernambucano. Interlocutores de ambos classificaram a conversa como "amigável".
Num encontro com outros dirigentes tucanos, o presidente nacional da sigla, deputado Sérgio Guerra (PE), que já foi do PSB e tem uma antiga relação com Campos, disse que o governador tem exibido mais disposição do que Aécio para a campanha.
O deputado Marcus Pestana (PSDB-MG), aliado de Aécio, disse que a prioridade do senador mineiro agora é aparar arestas internas --com Serra e o PSDB de São Paulo. "Ele também tem conversado muito com os aliados, inclusive com pessoas da base do governo", afirmou.
Aécio irá a São Paulo dia 25 para um evento partidário em que espera acertar os ponteiros com Serra e o governador Geraldo Alckmin. O senador conta com a ajuda do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que trabalha para pacificar o PSDB e uni-lo em torno de sua candidatura. 
Fonte: Folha

sexta-feira, 8 de março de 2013

Internado no Rio, Zé Ramalho apresenta melhora

 
Daryan Dornelles/Divulgação
O cantor Zé Ramalho
O cantor Zé Ramalho
O cantor Zé Ramalho, 63, internado desde a última segunda-feira (4) no Hospital Samaritano, no Rio, apresentou melhora e foi transferido da unidade coronariana para a unidade intermediária cardiológica.
O músico havia passado por uma cirurgia no coração na terça-feira.
Segundo boletim médico divulgado nesta tarde pelo hospital, seu quadro clínico é estável e demonstra evolução favorável.
Zé Ramalho respira sem ajuda de aparelhos, mas ainda não há previsão de alta.
Na segunda-feira, ele havia dado entrada no hospital com quadro de angina, uma dor ou desconforto no peito quando os músculos cardíacos não recebem sangue suficiente. 
Fonte: Folha