terça-feira, 29 de novembro de 2011

Audiência fraca


A penúltima rodada do Brasileirão rendeu uma audiência abaixo do esperado para a Globo. O superclássico entre Vasco e Fluminense alcançou 22 pontos no Rio de Janeiro, segundo a prévia do Ibope.
O jogo que poderia dar o título para o Corinthians foi pior ainda, registrou vinte pontos na Grande São Paulo. A Band exibindo o mesmo jogo conseguiu dez pontos de audiência. Feito raro o da Band: atingiu a metade da audiência da Globo. Um resultado que deve ter sido motivo de comemoração na emissora e de preocupação na Globo.
Por Lauro Jardim

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Assinantes de TV são 12,2 milhões


Com 278.071 novos assinantes em outubro, o Brasil atingiu a marca de 12.166.698 domicílios com TV por assinatura. No mês, a base instalada cresceu 2,34%. Os dados divulgados hoje pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) consideram o número médio 3,3 pessoas por domicílio, conforme o IBGE, o que significa que os serviços de TV por assinatura são distribuídos, atualmente, para 40,1 milhões de brasileiros.
O DTH (via satélite) continua sendo o meio de maior crescimento no setor: em outubro de 2011, cresceu 3,7% em relação ao mês anterior, taxa quase igual à de setembro (3,6%). O número de assinantes que recebem os serviços via cabo cresceu 0,9% (0,8% em setembro); e as prestadoras de MMDS (micro-ondas) perderam 2,2% de seus assinantes (2,3% em setembro).
Há seis meses o cabo deixou de ser a tecnologia mais usada na TV por assinatura, e tem agora 44,5% de participação no mercado, enquanto o DTH atingiu a significativa fatia de 53,5%. Em fevereiro de 2010, as conexões via cabo representavam 57,6% e as DTH, 37,9%. Em quatro Estados, 100% dos assinantes de TV recebem o sinal via satélite: Acre, Amapá, Roraima e Tocantins, todos na Região Norte. Mas a participação é muito expressiva também no Pará (95,05%) e no Piauí (95,02%).
A Região Nordeste foi a que mais acrescentou novos assinantes de TV paga, com crescimento de 49,4% nos últimos 12 meses, seguida pelo Norte, com 43,8%. A Região Sudeste, porém, concentra a maioria dos domicílios com TV paga: 7.842.461, ou seja, 64,45% do total do País. Estão nessa região os três Estados com maior número de assinantes: São Paulo (4.925.432), Rio de Janeiro (1.748.046) e Minas Gerais (1.001.530). Completam a lista dos cinco maiores: Rio Grande do Sul (793.056) e Paraná (534.274).
 Fonte: Ethevaldo Siqueira

domingo, 27 de novembro de 2011

Assis Pacheco da entrevista a TV Bandeirantes

ENTREVISTA DO PRESIDENTE (Sintracomp e Força Sindical) ASSIS PACHECO AO JORNALISTA PINTO Jr. DO PROGRAMA CONEXÃO POTIGUAR DA TV BANDEIRANTES DE NATAL 

 Fonte: Marcus Bezerra

Procon notifica supermercado de Natal


O Procon Estadual fez mais uma atuação, que teve como alvo uma grande rede de supermercado. Após receber várias reclamações dos consumidores, os fiscais foram até o Extra, no shopping Midway Mall, para verificar o andamento da promoção Black Friday. O dia promocional foi anunciado com descontos de até 70% em centenas de produtos, mas os clientes afirmaram que a loja só tinha uma mercadoria com o valor máximo de desconto.
Araken Farias


"Estivemos hoje no Extra porque o supermercado anunciou que vários produtos teriam descontos de até 70%, mas apenas um foi encontrado", explicou o coordenador geral do Procon, Araken Farias. O anúncio da televisão avisou que as lojas abririam às 4h da manhã de ontem, horário em que as pessoas começaram a chegar, segundo o Procon. "O gerente atendeu ao pedido dos consumidores e colocou o valor do desconto nos produtos que estavam faltando", declarou Araken dizendo que o supermercado deveria evitar esse tipo de transtorno indicandona propaganda a quantidade de produtos e seus respectivos descontos.

Como o problema foi resolvido de forma rápida, o Procon apenas notificou o Extra sobre a ocorrência do problema. Segundo a assessoria do supermercado, a propaganda falava em descontos de até 70%, e o Procon foi ao local orientar o supermercado a colocar nos produtos que não estavam registrados o desconto o percentual a ser pago. O Extra fez a promoção nas lojas de Ponta Negra e Midway Mall e prometia descontos nas seções de Eletro, Têxtil, Bazar, além de itens sazonais para o Natal. A expectativa da diretoria regional da rede era de aquecer as vendas em até 25%.
Fonte:  Maiara Felipe para o Diário de Natal

Faltam esclarecimentos em relação ao horário nobre da TV por assinatura

 
De olho na Lei 12.485/2011 --que obriga canais pagos com espaço qualificado a exibirem em horário nobre três horas e meia de conteúdo nacional--, as emissoras começam a se mobilizar e já discutem possíveis parcerias com produtoras independentes. Podem vir novidades já a partir de março do ano que vem.
 
As TVs, no entento, dizem que alguns pontos ainda precisam ser esclarecidos pela Ancine (Agência Nacional do Cinema), que passa a regulamentar o setor. Por exemplo, o que seria "horário nobre"? A faixa nobre da TV aberta --que vai das 18h à 0h-- pode não ser a mesma da internet e da TV por assinatura, daí a necessidade, segundo elas, de um esclarecimento.
 
Consultada, a agência regulamentadora informou que a "definição do horário nobre será objeto de uma instrução normativa da Ancine, que deverá ser posta em consulta pública na segunda quinzena de dezembro".
Fonte:  FLÁVIO RICCO

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Aposta de Silas Malafaia


Silas Malafaia vai apostar pesado no jovem cantor gospel Jotta A, fenômeno revelado no programa de Raul Gil. No ano que vem, a Central Gospel do pastor vai lançar um CD do garoto com tiragem de 500 000 exemplares – marca alcançada atualmente apenas por Paula Fernandes e Padre Marcelo Rossi no mercado. 
Com os royalties das vendas, Jotta A deve faturar 1,5 milhão de reais por ano. Este ano, a Sony tentou seduzir o cantor com uma proposta de um milhão de reais.

Por Lauro Jardim de Veja

Sky questiona na Justiça nova legislação da TV paga




A companhia alerta que a imposição de cotas sem compromisso com qualidade e o interesse dos consumidores resultará em um ônus para o assinante e para os demais agentes da cadeia, sem contrapartida para quem efetivamente paga a conta. "Por isso, é natural que a Sky recorra ao Judiciário, para preservar os seus direitos e os direitos de milhões de brasileiros", cita a nota.

Na visão da empresa, a imposição de exibição de conteúdo nacional "apenas protegerá alguns agentes da indústria de produção audiovisual brasileira, criando uma reserva de mercado e garantindo de forma artificial um espaço na TV por assinatura para conteúdos que não necessariamente terão qualidade".

A ameaça de judicializar a questão vinha sendo anunciada pela empresa desde que foi incorporado ao texto que tramitou no Congresso Nacional a obrigatoriedade de exibição de programação nacional em todos os canais de TV paga. E esta semana, a ameaça foi concretizada.

A Sky argumenta que não é contra o incentivo à produção nacional, mas entende que a política de cotas não é a melhor solução. "Desde o início da discussão desta lei, a Sky foi coerente em defender princípios e em apoiar o fomento ao conteúdo nacional de qualidade, através de mecanismos razoáveis e incentivos, e não mediante uma imposição que cerceia direitos constitucionais. Os mecanismos de fomento existentes já são responsáveis por grande parte do conteúdo nacional de qualidade criado no Brasil nos últimos 10 anos".

STF - A Sky não foi a única a questionar judicialmente a nova lei de TV por assinatura. O partido Democratas (DEM) entrou com uma ação direta de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF), com pedido de medida liminar, contra diversos dispositivos da nova legislação. Um dos principais pontos atacados são os artigos que atribuem poderes à Agência Nacional do Cinema (Ancine), que ganhou poderes para fiscalizar o cumprimento das cotas de conteúdo nacional. Na ação, o DEM argumenta que constituição "veda que uma lei estabeleça princípios de atividades de comunicação e, em seguida, delegue a uma agência reguladora a implementação destes princípios".

A lei que vigora desde setembro também acaba com o limite de 49% imposto a empresas estrangeiras em operadoras de TV a cabo e abre esse mercado às operadoras de telefonia, que antes tinham várias restrições para operar no setor.
Fonte: Folha