segunda-feira, 11 de abril de 2016

Advogado pede ao STF que impeachment de Temer seja aberto em 24 horas

O advogado Mariel Marley Marra pediu hoje (11) ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cumpra em 24 horas a decisão que determinou abertura de processo de impeachment do vice-presidente Michel Temer. Marra foi responsável pelo pedido no qual o ministro determinou a abertura do processo contra o vice-presidente.
Em caso de descumprimento, o advogado pede que seja aplicada multa de aproximadamente R$ 3,3 milhões, valor equivalente a 100 vezes o salário de um deputado federal, que está em torno de R$ 33 mil.
De acordo com o advogado, Cunha tenta atrasar o cumprimento da decisão de Marco Aurélio.
"O presidente da Câmara enviou, em  6 de abril deste ano, ofício aos líderes partidários pedindo a indicação de integrantes para a comissão especial, sendo que Cunha já havia declarado na imprensa no dia anterior que pediria as indicações. Destacando que não instalaria o colegiado se os líderes não apresentassem os nomes partidários, o presidente da Câmara não estabeleceu prazo para os líderes enviarem as suas indicações", argumenta Marra.
Na semana passada, Marco Aurélio determinou que Cunha dê seguimento a um processo deimpeachment contra Michel Temer na Câmara e forme uma comissão especial para tratar do caso.
A posição do ministro foi tomada em uma ação do advogado Mariel Marley Marra contra o presidente da Câmara, que negou o seguimento do processo. No pedido, protocolado no dia 29 no Supremo, o advogado sustentou que Temer deveria ser incluído no processo deimpeachment da presidenta Dilma Roussef, ou que um novo pedido fosse aberto, por entender que há indícios de que o vice-presidente cometeu crimes de responsabilidade.

Fonte: André Richter – Repórter da Agência Brasil









domingo, 10 de abril de 2016

PSDC Promove Convenção Partidária em Rio do Fogo

 
Presidente do Partido em Rio do Fogo, Silvério Xavier
A Convenção do Partido Social Democratas Cristão- PSDC, aconteceu  sábado (9), na Câmara Municipal de Rio do Fogo e tinha como principal objetivo a eleição dos membros titulares e suplentes do Diretório Executivo Municipal. 
 Com a casa cheia foi definido em unanimidade o diretório que composto pelo Presidente do Partido, Silvério Xavier, o Vice-presidente, Júnior Ferreira, segundo vice-presidente, Hagaci Virgínio, secretário geral, Jairo Junior, e as demais funções. 
Membros do PSDC
Na ocasião os novos membros foram recepcionados e falaram da alegria de estarem fazendo parte do PSDC, os mesmos são pré-candidatos a vereadores.

Fonte: Rio do Fogo em Foco. 





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Líder em pesquisa para 2018, Marina diz que PT e PMDB são ‘siameses



 A ex-senadora Marina Silva (Rede) afirmou neste sábado (9) que a pesquisa Datafolha que a coloca na liderança da corrida eleitoral para presidente em 2018 é “apenas o registro de um momento”, e que o mais importante é buscar uma saída para a crise. Para ela, a chapa vencedora do último pleito formada por Dilma Rousseff-Michel Temer perdeu a legitimidade e deve ser cassada.
“Eu não fico ligada nas pesquisas. A gente está vivendo uma das piores crises de nosso país e eu acho que o mais importante é ficar atento ao que a população está dizendo em relação àquilo que não quer, que é essa inflação alta, corrupção, juros altos, endividamento das famílias, falta de perspectiva, de esperança”, disse, em Chicago (EUA), onde participa da BrazUSC, maior conferência de estudantes universitários brasileiros no exterior.
De acordo com a nova pesquisa Datafolha, o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva e Marina estão empatados em três dos quatro cenários eleitorais pesquisados. Na última eleição presidencial, a ex-senadora ficou em terceiro lugar no primeiro turno, com 21% dos votos.
Defensora do impeachment tanto de Dilma como de Temer, Marina acredita que não faz sentido punir a presidente e premiar o vice. `”A delação premiada recente da Andrade Gutierrez disse que o dinheiro do petrolão, na parte que compete a esta delação, era dividido igualmente entre o PT e o PMDB. Portanto, ambos são irmãos siameses, são lados da mesma moeda. Ambos há 12 anos ganharam juntos com esses recursos ilícitos em suas campanhas. Se ficar devidamente comprovado, devem ser cassados pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral)”, afirmou, negando implicitamente que isso seria um golpe.



 Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/04/1759389-lider-em-pesquisa-para-2018-marina-diz-que-pt-e-pmdb-sao-irmaos-siameses.shtml




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sábado, 9 de abril de 2016

Zenaide Maia emite nota sobre manifestação em frente a sua residência.

  Um grupo de pessoas extremamente agressivas veio hoje à minha casa com trio elétrico, gritando palavrões, insultando minha família e soltando fogos de artifício. Aparentemente partidários do Cunha e do Temer e com atitudes que lembram a era Hitler, falavam sobre o processo de impeachment.
Eu já informei na imprensa, há alguns dias, que estou afastada de minhas atividades parlamentares devido a um sério problema de saúde do meu filho, que tem deficiência psicomotora.
A ocorrência de hoje ultrapassou todos os limites. Na ocasião, cheguei a sair à rua para defender o meu filho que está em recuperação de uma grave crise, há mais de quinze dias, como divulguei.
Além de não ter sido ouvida voltaram a me dirigir insultos ainda mais desrespeitosos, sobretudo para uma mulher e mãe de família.
Atos desta natureza que atentam contra os direitos individuais são inaceitáveis e não podem, nem de longe, ser confundidos com liberdade de expressão ou de opção política - que respeito e pelos quais lutei ao longo da vida.
Repudio com veemência o ataque intimidatório, constrangedor e anti-democrático que eu e minha família sofremos.
Zenaide Maia
Deputada Federal





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Acesso à Câmara será restrito durante semana de votação do impeachment

 A Câmara dos Deputados vai restringir o acesso ao público entre os dias 11 e 21 de abril, período em que deve ser votado em Plenário o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. As medidas adotadas alteram as formas de acesso às dependências da Casa e de credenciamento de imprensa, entre outras. Segundo a Diretoria-geral, a decisão da Mesa Diretora da Câmara passa por questões relacionadas a segurança e proteção das pessoas de e do patrimônio físico, histórico e cultural da instituição.
“A Diretoria-Geral conta com a colaboração de todos para que haja o menor número possível de alterações na rotina diária dos serviços na Casa”, diz a nota divulgada hoje (9).
Entre os dias 14 e 21, a entrada na Casa será restrita a parlamentares, servidores, prestadores de serviços e pessoas credenciadas. Entre 15 e 21, o acesso ao complexo principal da Câmara deverá ser feito pelos anexos 1, 3 e 4. Será distribuída uma credencial específica para entrada no Salão Verde e no Plenário Ulysses Guimarães.

Os servidores que quiserem entrar com bolsas, volumes e bagagens de mão deverão passar por inspeção de raio-X entre os dias 11 e 13. E de 14 a 21, todos que acessarem a Câmara, inclusive servidores e jornalistas, também deverão passar pelo detector de metais, exceto os parlamentares que não precisarão passar pela inspeção e pelo detector.
Em relação ao acesso de jornalistas, a Diretoria-geral informou que haverá um número limitado de credenciais para o trabalho da imprensa entre os dias 15 e 21 de abril. Somente terão acesso ao Salão Verde e às galerias do plenário os jornalistas que obtiverem credenciais específicas para cada um desses espaços e não serão aceitos os crachás de credenciamento permanente, tampouco aqueles com acesso provisório ou temporário.
Visitação
A visitação institucional está suspensa de 11 a 21 de abril, assim como as sessões solenes e outros eventos e reuniões de 13 a 21, exceto aqueles referentes à votação do impeachment, à comissões temporárias (de inquérito e especiais) e às atividades do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar.
O policiamento nas áreas externas do Congresso Nacional será feito pelas polícias legislativas da Câmara e do Senado, com apoio de tropas da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal.

Fonte:  Andreia Verdélio - Repórter da Agência Brasil



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Em debate de 13 horas, 39 deputados defenderam o impeachment e 21 foram contra

Ao todo 61 deputados discursam nas discussões sobre o parecer final da Comissão Especial do Impeachment Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
 A legalidade ou não dos argumentos contidos na denúncia do processo de impeachment dominou as discussões sobre o parecer final da comissão especial que analisa o pedido de afastamento da presidenta Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados. Foram mais de 13 horas de debate, na sessão iniciada ontem (8), por volta das 15h30, e finalizado às 4h43 deste sábado (9).

Ao todo 61 deputados discursam. A maioria, 39 deles, defenderam o parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO),  que sugeriu o prosseguimento do processo de impeachment, praticamente o dobro dos que se posicionaram contrários (21) e um indeciso. Cada deputado membro da comissão teve 15 minutos para defender sua posição, enquanto os não membro falaram por dez minutos.
No total, havia 116 deputados inscritos para discursar. Os que não falaram desistiram ou foram embora antes de serem chamados pela presidência da Comissão.
Com mais de 11 horas de sessão, o presidente do colegiado, deputado Rogério Rosso (PSD-DF) tentou reduzir o tempo de fala já que o horário limite estabelecido inicialmente, 3h de sábado, já havia sido ultrapassado. A proposta, contudo, não foi bem aceita.
Conforme o estabelecido pelos líderes, a ordem de inscrição dos oradores obedeceu a alternância entre favoráveis e contrários ao impeachment. No entanto, depois das 3h todos os governistas inscritos já haviam falado e a lista seguiu com discursos apenas daqueles que defendiam o impeachment. Pouco antes, o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) sugeriu o encerramento da reunião, proposta que foi rechaçada pelos oposicionistas.
Impeachment x Golpe
Para o deputado Laudivio Carvalho (SD-MG) está claro que o impeachment não caracteriza “golpe” como têm sugerido os governistas. “Mesmo que o governo venha insistindo em denominar de golpe, tenho que dizer com todas as letras: não é golpe, é impeachment! O que não faltam são indícios de má conduta; as pedaladas fiscais são apenas o começo, a população clama por mudança, a presidente perdeu a confiança do povo e governa na corda bamba”, disse.
A tese foi rebatida pelo petista Paulo Teixeira (SP).  “Impeachment sem crime de responsabilidade é golpe”. “A acusação é vazia e partidária”, reforçou o deputado  Carlos Zaratini (SP). “Toda vez que se derrubou um governo popular não foi no debate político, mas por meio do denuncismo. Foi assim com Getúlio Vargas, foi assim em 1964, foi assim com Juscelino Kubistchek. A oposição quer dar um golpe, tomar o poder sem voto. Quer fazer da votação no plenário uma eleição indireta”, acrescentou Zaratini.
 Para a deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO), Dilma decepcionou várias mulheres brasileiras. “Entristece-me saber que não temos uma representante que merecemos”, disse. O deputado Elmar Nascimento (DEM-BA) disse que os fatos contidos na denúncia justificam o afastamento de Dilma.

“A defesa [da presidenta] diz que sempre ocorreram as pedaladas fiscais e não ocorreram em 2015. Mentira. Em dezembro de 2015 havia um saldo R$ 55,6 bilhões em pedaladas. O governo se beneficiou de financiamento ao longo do ano e a prova é que o governo pagou juros sobre isso. Se deve, paga juros. É óbvio que é uma operação de crédito”, disse Nascimento.
Inconstitucional
O deputado Alessandro Molon (Rede Sustentabilidade – RJ) disse que a tentativa de impeachment da presidente pelo “conjunto da obra” não está previsto na Constituição. “ Procurei muito na Constituição essa expressão “pelo conjunto” da obra e não encontrei. Quem julga pelo conjunto da obra é o eleitor. Se se trata de crime de responsabilidade, é preciso verificar se os tipos penais estão presentes”.
A deputada Benedita da Silva (PT-RJ) também contestou a tese do impeachment. “Uma presidenta não pode ser afastada por ter baixa popularidade. Isso é muito pouco”. A deputada rebateu as críticas feitas ao seu partido. “Não me envergonho de ser do PT, nem de apoiar a presidente Dilma, nem do pão com mortadela. A simbologia da mortadela é porque essas pessoas jocosas não sabem que este governo foi capaz de incluir 37 milhões de miseráveis.”
Autor de um dos três votos em separados apresentados à comissão do impeachment, Weverton Rocha (PDT-MA), rebateu o parecer do relator da comissão. “Autorizar o gasto não indica que ele se realizará. Importante salientar que a abertura de créditos suplementares não pôs em risco o atingimento da meta”.
Povo iludido
Para o deputado Izalci (PSDB-DF), a presidente e o PT “iludiram” o povo. “O povo foi iludido com propostas demagógicas, acabaram com o sonho da nossa juventude, acabaram com o Pronatec, com o Fies e com o Ciências sem Fronteira. Com essa irresponsabilidade do governo ressuscitaram a inflação, maior mal que existe para o trabalhador. Além da inflação, ressuscitaram o desemprego. Não haverá golpe, haverá impeachment e ele tem que ser já, para o bem do país”.
O deputado Carlos Marun (PMDB-MT) defendeu o impeachment e criticou a defesa da presidenta. “A defesa da Dilma é alicerçada em mentira, mentira, mentira. O ministro José Eduardo Cardozo veio aqui e apresentou uma defesa vazia. Se a Dilma é honesta, ela é incapaz”.

Votos no plenário

Para o vice-líder do governo, deputado Sílvio Costa (PTdoB-PE), não há como o governo vencer a disputa na comissão. Contudo, ele garantiu que os oposicionistas não terão os votos suficientes para aprovar a admissibilidade do impeachment no plenário.
“Aqui na comissão nós já perdemos. Mas ele não têm força de painel [no plenário]. Vocês, que acreditam na democracia, fiquem tranquilos que eles não colocarão 342 votos no painel no próximo domingo. Aqui, podem ganhar. O governo está fazendo seu papel aqui, eles vão ter a ilusão que ganharam, mas esqueceram de combinar com os russos. Dilma não vai cair, porque não é corrupta, tem um partido e base social”, disse Costa.
Debate tranquilo
Apesar da polarização, os debates na comissão transcorreram sem grandes acirramentos. Em alguns poucos momentos, no entanto, os ânimos se exaltaram e houve bate-boca. Em um dos casos, os deputados Silvio Costa (PTdoB-PE) e Danilo Forte (PSB-CE) trocaram ofensas. A confusão, entretanto, foi rapidamente contornada pelo comando da comissão.
A próxima reunião da comissão está marcada para a próxima segunda-feira (11), às 10h,  quando o relator Jovair Arantes fará a réplica. Na ocasião, os 27 líderes partidários poderão fazer comentários acerca do parecer e orientar suas bancadas. Também será aberto espaço para as considerações finais da defesa da presidenta. A votação do relatório na comissão está marcada para ter início às 17h da segunda-feira.
Leia aqui porque a reunião da Comissão do Impeachment começou na noite de sexta-feira e foi até a madrugada de sábado

Fonte:  Ivan Richard - Repórter da Agência Brasil




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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Entrevista com o Vereador e Presidente do PSDC no RN Joanilson de Paula Rego





Fonte: Agora RN





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