sexta-feira, 8 de abril de 2016

‘Ser deputado é tranquilo... Faço de conta que trabalho’, diz Paulo Maluf



Depois de ser duas vezes candidato à Presidência, prefeito de São Paulo outras duas, governador do Estado paulista e quatro vezes deputado federal, Paulo Maluf (PP-SP), aos 84 anos, diz preferir o último posto.
"Vou cumprir este mandato de deputado federal em 2018, aos 87 anos. Se estiver com boa saúde, não preciso fazer campanha para deputado. É só dizer que sou candidato que estou eleito. Executivo não tem mais", diz. E completa: "(Ser) deputado é tranquilo: trabalho terça, quarta e quinta metade do tempo. Faço de conta que estou trabalhando."
Criticado por ter faltado a 8 das 10 reuniões da comissão especial que discutiu o impeachment na Câmara ("não tinha obrigação"), o político explica, em entrevista à BBC Brasil, que sua defesa pelo afastamento de Dilma Rousseff é apenas política.
"Ela é correta e decente, mas voto pelo impeachment", diz, acusando o presidente de seu partido, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), de ter negociado apoio ao governo sem consultar os demais políticos de sua base. Para Maluf, a negociação de cargos foi "espúria, para não dizer pornográfica" e Nogueira se comportaria de maneira "monocrática", como um "ditadorzinho do Piauí".
O político diz ainda considerar "uma vergonha nacional" o fato de seu partido ser o recordista de citações na Lava Jato, com mais de 30 investigados. Ele também comenta os casos de corrupção em que esteve envolvido, como sua recente condenação à prisão pelo Tribunal Criminal de Paris, por lavagem de dinheiro - à qual recorre na Suprema Corte Francesa.

Fonte: BBC BRASIL






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Vereador Júlio Protásio realiza Audiência para debater segurança e saúde dos Conjuntos Pirangi, Jiqui e Monte Belo

 Será realizada nesta terça-feira (12) no conjunto Pirangi, uma Audiência Pública para debater sobre segurança e saúde dos Conjuntos Pirangi, Jiqui e Monte Belo, zona Sul de Natal. Relacionado à saúde será discutida a reabertura da Unidade de Saúde do Pirangi e da sala de vacinação da Policlínica de Neópolis. Também será debatido sobre medidas de segurança para os conjuntos. A audiência, proposta pelo vereador Júlio Protásio (PDT) será realizada às 19h, no Colégio Ação, na Avenida Inconfidentes, 4710, no conjunto Pirangi II Etapa.
O encontro vai contar com representantes da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria Estadual de Segurança e Defesa Social (Sesed). “Nós estamos propondo a audiência com o intuito de cobrar medidas de segurança para os moradores da zona Sul, que estão sofrendo com a onda de insegurança na região, também vamos solicitar um posicionamento da secretaria de saúde sobre a reabertura da unidade de saúde do Conjunto Pirangi”, explica o parlamentar.
 

 


 
 
 
 
 

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Em sessão solene concorrida, Câmara homenageia o Dia do Jornalista

Jornalista e empresário Diógenes Dantas e o vereador Joanilson de Paula  Rêgo
 No dia 7 de abril, os microfones e câmeras mudam de lado. O trabalho diário de apurar informação e levar até você sai um pouco de cena e cede espaço ao profissional da notícia, ao investigador da realidade. 7 de abril é Dia do Jornalista. 

Para celebrar a data, a Câmara Municipal de Natal realizou sessão solene na noite dessa quinta-feira. Na ocasião, vários profissionais do jornalismo potiguar foram homenageados no plenário da Casa do Povo. 

A diretora da TV Câmara Natal, Virgínia Coelli, falou sobre a importância dessa homenagem e destacou a presença de dois dos jornalistas da Casa entre os agraciados da noite, Túlio Duarte e Amanda Fernandes. "É o momento de reconhecer o trabalho de profissionais que atuam com imensa dedicação. A democracia ganha quando a imprensa é valorizada".

Também homenageado, o jornalista e professor Vicente Serejo falou um pouco sobre sua trajetória na comunicação potiguar. "São décadas da minha vida dedicadas ao ofício de contar a história do cotidiano. O jornalismo é uma aventura fascinante, e através dele conheci todo tipo de gente. A profissão apresenta muitos desafios para quem pretende seguir. Mas fico otimista quando vejo essa nova geração de repórteres tão destemida e corajosa", afirmou.

O presidente da Casa, vereador Franklin Capistrano (PSB), exaltou o trabalho desenvolvido pelos profissionais da comunicação no Rio Grande do Norte. Sua indicada para receber a homenagem no plenário foi a jornalista Luiza Gualberto, da equipe de jornalismo da Arquidiocese de Natal.

Por fim, o propositor da homenagem, vereador Klaus Araújo (PP), reiterou as palavras dos demais parlamentares e lembrou que essa foi a primeira vez que a Casa do Povo homenageou os jornalistas potiguares. "Trata-se de uma justa iniciativa, dada a importância da imprensa no debate político e democrático. Que o bom jornalismo nos ajude a edificar uma sociedade mais justa", concluiu.  

Fonte: CMN



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Discussão sobre parecer pelo impeachment poderá se estender até sábado

Reunião desta sexta-feira da Comissão Especial do Impeachment  pode  se  estender até sábado, diz o deputado  Rogério  Rosso  Arquivo/Agência Brasil
 Com o impasse acerca do cronograma de trabalho para discussão do relatório final da Comissão Especial do Impeachment, o presidente do colegiado, deputado Rogério Rosso (PSD-DF), informou que a reunião marcada para esta sexta-feira (8), às 15h, poderá se estender até o sábado (9).
Em nota divulgada  quinta-feira (7), Rosso disse que amanhã tentará, mais uma vez, firmar um acordo de procedimento entre os líderes partidários. Na reunião, prevista para as 11h, Rosso e os líderes partidários vão decidir se a comissão será convocada no fim de semana. Ele disse que, se não se chegar a um entendimento, já está decidido que não será convocada reunião para o domingo (10).
“A sessão de amanhã, às 15h, poderá se estender até o sábado, impreterivelmente, para discussão do relatório nos termos regimentais e constitucionais. Não será convocada nova reunião antes de segunda-feira [11]. Na manhã de segunda, será possível dar continuidade à discussão, caso ainda haja lista de remanescentes”, acrescentou Rosso.
Até o momento, 108 deputados e 25 líderes se inscreveram para discutir o parecer do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) pelo prosseguimento do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Com isso, serão necessárias mais de 27 horas de discussão. O número final de inscritos e o tempo demandado serão fechados amanhã, no início do processo de discussão.
A preocupação de Rosso decorre do fato de que os trabalhos da comissão serão encerrados segunda-feira, quando se completa o prazo regimental de cinco sessões para que a comissão apresente, discuta e vote o parecer final. Esgotado esse prazo, a matéria segue automaticamente para o plenário da Casa para ser lida e publicada, independentemente de ter sido, ou não, votada pela comissão.
Parlamentares a favor do impeachment da presidenta querem acelerar os debates, inclusive com reuniões sábado e domingo, para evitar que o relatório não seja votado. Já os que são contra o afastamento de Dilma entendem que o funcionamento da comissão no fim de semana abre precedente para que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), marque a votação do impeachment para um fim de semana.
“O debate deve ocorrer na sexta-feira e na segunda-feira. Acho totalmente inadequada essa excepcionalidade de passar o fim de semana debatendo. Espero que o presidente Rosso não faça sessão no final de semana porque seria algo parcial, inadequado, e nos retiraria daquilo que é o mais importante no momento: serenidade, respeito às instituições e tradições”, disse o vice-líder do governo, Henrique Fontana (PT-RS).
O líder do PMDB, deputado Leonardo Picciani (RJ), também se manifestou contra o funcionamento da comissão no fim de semana. “É um processo muito sério para que a Casa fuja da normalidade, uma vez que não é tradição esta Casa funcionar nos finais de semana.”
Já o líder do DEM, Pauderney Avelino (AM), disse que não há nada no regimento da Casa que proíba que reuniões no fim de semana. “Acho perfeitamente normal e talvez nós só consigamos vencer esse número de debatedores para discutir a matéria se trabalharmos no final de semana.”

Fonte:  Ivan Richard – Repórter da Agência Brasil




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quarta-feira, 6 de abril de 2016

'Eleição geral é eleição para todo mundo', afirma Renan

Jane de Araújo/Agência Senado
 A realização de novas eleições neste ano é uma boa alternativa para a solução da crise política, disse  o presidente do Senado, Renan Calheiros. Ele ressaltou, porém, que essas eleições teriam de valer para todos os cargos eletivos.
— Eleição geral é eleição para todo mundo. Só é geral se for para todo mundo. Por isso, que eu acho que nós não podemos descartá-la. Nós temos que guardá-la como uma alternativa, assim como uma revisão do sistema de governo, identificando o que há de melhor no parlamentarismo e no presidencialismo — afirmou Renan.
Para o presidente do Senado, outras alternativas precisam ser avaliadas.
— Nós não podemos fechar nenhuma porta, deixar de discutir nenhuma alternativa. Nem essa de eleição geral e nem a de refazer uma revisão no sistema de governo. Eu acho que a antecipação da eleição presidencial é uma outra coisa. A tese da eleição geral que está sendo defendida é uma tese, sem dúvida nenhuma, mais ampla e pode significar uma resposta da política ao Brasil, que continua a demonstrar muita ansiedade neste momento — disse Renan.

Licença de Temer

O presidente do Senado também falou sobre a licença do vice-presidente da República, Michel Temer, da presidência nacional do PMDB. O senador Romero Jucá (PMDB-RR) assumiu a presidência do partido.
— Eu procuro não comentar fatos partidários para não estreitar o meu papel como presidente do Congresso Nacional, mas eu acho uma boa solução, porque o senador Romero Jucá é um grande quadro, tem relação com praticamente todos os seguimentos do partido e, sem dúvida nenhuma, ele pode fazer esforço pela unificação.

Fonte:  Assessoria de imprensa da Presidência do Senado




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terça-feira, 5 de abril de 2016

Garibaldi emite nota de pesar pela morte de Joanilo Rêgo

 A morte de Joanilo de Paula Rêgo, ocorrida na manhã de hoje, deixa de luto não apenas os seus familiares. Os círculos jurídico, cultural e acadêmico do Rio Grande do Norte também perdem uma de suas grandes referências.
Como professor universitário, Joanilo contribuiu para a formação de vários profissionais da Comunicação Social do Rio Grande do Norte. Quando militou no jornalismo, foi reconhecido pela excelência do seu texto. Também foi poeta, advogado e amante da música e dos livros.
Quero externar meu profundo pesar a toda a família de Joanilo, especialmente ao seu irmão, Joanilson de Paula Rêgo, e ao filho, Giovanni Sérgio. Que Deus o tenha em bom lugar e ofereça conforto aos parentes e amigos.



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Eleições 2016: municípios já não podem conceder aumento real a servidores

 A partir de hoje (5), os municípios não podem conceder aumento real (acima da inflação) ao funcionalismo público. A proibição, prevista na Lei 9.504 de 1997, que regula as eleições no país, começa a vigorar seis meses antes do pleito e vale até a posse dos eleitos. O advogado João Fernando Lopes de Carvalho, especialista em direito eleitoral, diz que a intenção é que o reajuste não seja usado como instrumento nas eleições.
“A ideia é impedir promessas ou algum incentivo a favor de candidatos que estejam disputando a reeleição ou tenham apoio do outro [que está exercendo o mandato]”, afirma Carvalho.  Segundo ele, a medida este ano só atinge os servidores municipais. "A lei prevê que a proibição é na circunscrição do pleito".
Em julho, quando faltarão três meses para a eleição, as regras ficarão mais restritas: não será permitido nomear, contratar, demitir, exonerar ou transferir servidor público, exceto em alguns casos. O advogado diz que as exceções abrangem casos emergenciais, ou concurso público feito anteriormente. "Poderão ser contratados servidores para serviços urgentes, inadiáveis, devidamente justificados. Ou então, aqueles já aprovados em concurso público antes da eleição".
Nesses casos, de acordo com o calendário eleitoral de 2016 divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o resultado do concurso deve ter sido homologado até 2 de julho. Também é permitido, nesses três meses, nomear ou exonerar ocupantes de cargos em comissão, bem como transferir ou remover militares, policiais civis e agentes penitenciários.
A lei prevê ainda que nos três meses que antecedem as eleições têm de ser suspensas as transferências voluntárias de recursos da União e dos estados aos municípios. As transferências só serão permitidas se destinadas a cumprir obrigação preexistente para execução de obra ou serviço, ou a atender situações de emergência e calamidade pública.

Fonte:  Mariana Branco - Repórter da Agência Brasil




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