domingo, 27 de março de 2016

Governo teme debandada na base em caso de saída do PMDB

 
PMDB, de Michel Temer, decide na terça se rompe com o governo Dilma(Ueslei Marcelino/Reuters)
O governo Dilma Rousseff teme que o desembarque do PMDB, que pode acontecer na próxima terça-feira, provoque uma debandada na base. Segundo a Folha de S. Paulo, aliados da presidente acreditam que PP, PR e PSD são os mais propensos a seguir o partido de Michel Temer em uma eventual ruptura com o governo. Juntas, essas três siglas somam 121 deputados no Congresso - votos que podem ser decisivos no processo de impeachment.
De acordo com o jornal, o governo já dá como certa a saída do PMDB. O partido vai definir se rompe com Dilma em reunião do diretório nacional, na terça. Em um sinal de que o desembarque ganha cada vez mais força, até a maioria PMDB do Rio, que até então era o maior aliado da presidente, votará pelo rompimento.

Com o agravamento do desgaste do Planalto, os líderes de PP, PR e PSD têm sido pressionados por seus parlamentares a deixar o governo - e nem a oferta de cargos parece suficiente para segurar os partidos da base. Segundo a Folha, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) informou o Planalto que recebeu recados de que sua bancada não está disposta a "ir para o sacrifício" por Dilma.
Ciro Nogueira recebeu na semana passada assinaturas da ala do partido que pede a saída da legenda da base governista. Ainda aliado do Planalto, o senador marcou para quarta-feira - um dia depois da reunião do PMDB - um novo encontro com seus correligionários para agendar a data da convenção do partido.
Um dos principais articuladores do PP pelo rompimento com o Planalto, o deputado Jerônimo Goergen (RS) chegou a afirmar que "a saída do PP está engatilhada e vai se somar com o tiro do PMDB".

Fonte: Revista Veja



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Nesta fase do impeachment, situação de Collor era melhor que a de Dilma, diz ex-presidente da Câmara

 A seu favor, a presidente Dilma Rousseff tem a capacidade de mobilização de setores historicamente próximos a seu partido, o PT. Por outro lado, na comparação com a mesma fase do processo de impeachment contra Fernando Collor, ela é alvo de um maior número de acusações de crime de responsabilidade.
Essa é a avaliação do deputado estadual Ibsen Pinheiro, líder do PMDB gaúcho e uma das principais testemunhas do início da queda do ex-presidente.
Segundo o peemedebista, que aceitou o pedido de afastamento do hoje senador e presidiu a Câmara dos Deputados durante o processo, o "clima" para o impeachment está em um "acelerado" processo de mudança, com uma piora da situação de Dilma por causa da delação do senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS) e da revelação de conversas com o ex-presidente Lula, mesmo que elas sejam consideradas judicialmente ilegais

Fonte: BBC BRASIL.



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sábado, 26 de março de 2016

PSDC lança o movimento “Por um novo Brasil: Eleições para Presidente já!”



Nesse último final de semana, inicio da Semana Santa, a Democracia Cristã Brasileira, viveu momentos memoráveis. Durante duas das muitas reuniões de Diretórios Municipais com seus pré-candidatos, com vistas às eleições desse ano, em cotia, na grande São Paulo e Guararema no vale do Paraíba, o Presidente Nacional do PSDC, Deputado Federal Constituinte José Maria Eymael, lançou, em caráter oficial o Movimento Por um novo Brasil: Eleições para Presidente já!
Nas palavras do próprio Constituinte Eymael, “o impeachment, do qual não somos contra, é ter mais do mesmo ou seja, é trocar o Presidente da Republica por alguém que já é parte do mesmo governo. Não muda, nada! Para mudar o Brasil e colocar novamente o país, a nação, na rota do crescimento e do desenvolvimento, passando a limpo a administração publica federal, só com a anulação do pleito de 2014 e a convocação de eleições diretas já, para a Presidência da República”, disse Eymael. O líder da Democracia Cristã acrescentou ainda, por ocasião do lançamento do movimento que “ já existe um processo no TSE – Tribunal Superior Eleitoral para anular as eleições de 2014 face ao dinheiro sujo do exterior e do próprio Brasil que contaminou as eleições de 2014. O que nós queremos é um novo país, um novo Brasil e o povo tem esse direito”, declarou sob aplausos.
Do ponto de vista jurídico a anulação das eleições de 2014 e a convocação de novas eleições já, são desejáveis, visto que pelo Artigo 81, parágrafo primeiro da nossa Constituição, que versa sobre o Poder Executivo, eleições para presidente e vice-presidente no segundo biênio do mandato serão feitas de forma indireta pelo Congresso Nacional; “Ocorrendo a Vacância nos últimos dois anos do período presidencial, a eleição para ambos os cargos, Presidente e Vice-Presidente, será feita trinta dias depois da última vaga, pelo Congresso Nacional, na forma da lei”, ou seja, em um eventual naufrágio do governo empossado pelo impeachment e parte integrante do governo deposto, quem elegera um novo Presidente e vice será o Congresso, e este nós já conhecemos.

Fonte: PSDC



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Sem Dilma, retomada dos investimentos seria ‘instantânea’, diz presidente da Riachuelo



Presidente da Riachuelo - uma das maiores redes do varejo brasileiro - Flávio Rocha defende que o empresariado do país precisa "sair da toca" sobre suas posições políticas para garantir uma guinada liberal no Brasil - caminho que, na sua avaliação, poderia tirar o país da crise.
Rocha foi um dos primeiros empresários brasileiros a se posicionar abertamente a favor da saída de Dilma Rousseff da Presidência e diz acreditar que, nesse caso, haveria uma rápida retomada dos investimentos na economia real. “Seria instantâneo”, defende. “É o que está acontecendo na Argentina. Não precisou de dez dias para a criação de um círculo virtuoso.”


Otimista sobre um eventual governo Michel Temer, o empresário se recusa a comentar a possibilidade do vice-presidente também ser “derrubado” pela Operação Lava Jato. “Cada agonia em sua hora”, diz.
Defensor de um Estado mínimo, ele acredita que o eleitor brasileiro está cansado do que define como as propostas “de inspiração estatizante ou ligadas a social-democracia” dos partidos tradicionais e está preparado para um projeto pró-livre mercado: “(Hoje) temos trinta e tantos partidos, mas nosso cenário político é mais ou menos como aquele livro: cinquenta tons de vermelho e cor-de-rosa”.
Confira abaixo a entrevista que ele concedeu a BBC Brasil sobre a crise política:
BBC Brasil - O senhor tem se posicionado a favor do impeachment, mas mesmo se o afastamento da presidente for aprovado, há incógnitas sobre a estabilidade de futuros arranjos políticos. Não é arriscado assumir uma posição nesse cenário incerto?
Flávio Rocha – Acho que estamos em uma troca de ciclos que implicará em uma mudança no papel do Estado no Brasil. Encerramos um triste ciclo de mais uma tentativa de usar o Estado como indutor do desenvolvimento, que no mundo todo só gerou empobrecimento e desemprego. E há condições para uma virada de página em direção a um modelo pautado pelo binômio democracia e livre mercado, que é como se consegue a prosperidade.
O eleitor brasileiro está mais maduro, o que favorece a virada. Está deixando de ser um eleitor súdito para ser um eleitor cidadão, que vê o Estado mais ou menos como sua operadora de telefonia ou TV a cabo: um prestador de serviço do qual deve ser cobrado eficiência e baixo custo. Esse será o estopim da mudança, que pode acabar com esse Estado gigantesco, hipertrofiado, um Estado de 40% do PIB que existe para garantir os seus próprios privilégios.
O novo ciclo será marcado pela busca do Estado prestador de serviço e eficiente.
Mas esse novo modelo pressupõe um empresariado mais protagonista. Os que investem e dão empregos serão uma liderança necessária nesse processo. Quando eu me posicionei, há algum tempo, realmente pouquíssimos empresários tinham se manifestado. Mas vejo com muita alegria cada vez mais lideranças empresariais conscientes de seu novo papel “saindo da toca”.

Fonte: BBC BRASIL




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Mulher é assassinada em Candelária



Uma mulher, identificada como Jacilene Francisca da Silva, de 31 anos, foi assassinada a tiro na noite desta sexta, 25, em um bar no bairro de Candelária, Natal. Segundo a polícia, um homem foi procurar sua ex-mulher que estaria no bar. O suspeito não encontrou e na saída atirou no portão do estabelecimento, atingindo a vítima no pescoço. O suspeito fugiu.
 
 
 
 
 
 
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Jovem de Tangará é assassinada na noite desta sexta-feira e choca a população tangaraense



Uma Jovem Tangaraense identificada como, Sintia Nádia de 25 anos de idade, (foto acima) foi assassinada na sua residência na rua Bom Jesus, 25-A no bairro Jardim Lola em São Gonçalo do Amarante na noite desta sexta-feira (25).
Segundo as primeiras informações, é que o ex-marido também tangaraense seria o suspeito de ter cometido o crime.
A cidade de Tangará ficou bastante chocada com essa tragédia, pois a vítima era uma pessoa bastante querida na cidade, onde amigos a todo momento postam mensagens de solidariedade aos familiares nas redes sociais.
Atualizações:
O ex-marido é o principal suspeito de matar na noite desta sexta-feira (25) uma mulher identificada como Sintia Nadia de Sousa Silva, 25 anos, no Jardim Lola, em São Gonçalo do Amarante. A vítima foi estrangulada e asfixiada.
Segundo a PM ao 190rn, o suspeito mesmo com medida protetiva de se manter distante, pulou o muro da residência da vítima a despiu, estrangulou e a asfixiou. Logo após a consumação do crime ele fugiu com destino ignorado.
O crime já está sendo investigado pela Polícia Civil. 

Fonte:  Blog Tangaraense




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sexta-feira, 25 de março de 2016

Líder do DEM na Câmara é condenado por desvios de R$ 4,6 milhões

Fraude ocorreu quando Pauderney (DEM-AM) era secretário de Educação de Manaus
 O Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) condenou o deputado Pauderney Avelino (DEM-AM) a devolver R$ 4,6 milhões aos cofres da prefeitura de Manaus, além de uma multa de R$ 23 mil. A decisão foi divulgada na última quarta-feira (16), e estava embargada até hoje (23), devido a embargos apresentados pela defesa do parlamentar.
Segundo auditoria realizada pelo TCE, Avelino praticou sobrepreço nos contratos de aluguéis de prédios usados como escolas no período em que foi secretário de Educação de Manaus.
A conselheira do TCE-AM Yara Lins apontou seis irregularidades praticadas por Pauderney, como falta de regularização do imóvel alugado junto à prefeitura e ao Corpo de Bombeiros, ausência de certidão negativa de ônus e negativa de tributos, falta da declaração de Imposto Territorial Rural ou IPTU, além de falta de certidões necessárias à celebração dos contratos.
Pauderney Avelino é um dos principais defensores do impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

Fonte: Rede Brasil Atual




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