sábado, 13 de outubro de 2012

José Agripino deverá anunciar o apoio à candidatura de Hermano Morais

senador José Agripino Maia

O senador José Agripino Maia, presidente nacional do DEM, deverá anunciar segunda-feira o apoio do partido à candidatura de Hermano Morais. A tendência é que o DEM, junto com o PSDB, estejam no palanque do PMDB.
Em recente entrevista o senador José Agripino já afirmou que seguirá a “coerência do projeto político local”.
Fonte: Ann Ruth Dantas

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Rede Boas Novas compra canal em São José dos Campos


Moradores da cidade São José dos Campos já podem acessar a programação da Rede Boas Novas pelo canal 29, recém-adquirido pela coordenação da emissora que pertence ao pastor Samuel Câmara.
Presente em mais de 21 capitais, a Rede Boas Novas possui 93 canais de TV, o que a torna a maior emissora evangélica do país. Durante as 24 horas do dia os telespectadores têm acesso a programas feito com conteúdo cristão que serve não só para convertidos como para a evangelização.
Sediada em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, a Rede Boas Novas fica em uma área de 13 mil metros quadrados, é ali que são produzidos os programas que chegam a milhões de lares brasileiros. Para ajudar com o sinal, a TV conta com dois geradores, uma em Manaus (AM) e outra em Belém (PA).
“Entendemos que a TV de qualidade deve ser feita para todos, independentemente de religião. E sabemos que muitas pessoas são alcançadas através de nossos programas”, disse o pastor Philipe Câmara, presidente da Assembleia de Deus em São José dos Campos.
Para conhecer a programação da Rede Boas Novas acesse o site: www.boasnovas.tv.
Fonte: Gospel Prime.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Gustavo Negócio comemora vitória com banda Grafith pelas ruas de Parnamirim

O Vereador eleito Gustavo Negócio(PSDC) acaba de anunciar que na sua festa pela vitória para a Câmara de Vereadores de Parnamirim, terá  shows das Bandas Grafith e Lengo-Tengo em cima do trio elétrico. A carreata da vitória sai da sua rádio a 87,7 FM em Santos Reis e depois segue para a Cohabinal.  O evento será neste sábado dia 13 de Outubro.

 A festa do vereador eleito Gustavo negócio não será realizado neste sábado

Fonte: Blog de Erivan Fernandes via Maisparnamirim.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Eleita, professora Eleika Bezerra do PSDC confirma renúncia do salário


A professora Eleika Bezerra (PSDC), eleita vereadora com 2.210 votos, afirmou ontem que vai honrar com um curioso compromisso de campanha feito por ela: a renúncia do salário na Câmara de Vereadores de Natal.
Ainda no início da corrida eleitoral, Eleika Bezerra foi ao cartório e registrou a renuncia de 100% de seu salário na Câmara Municipal, caso fosse eleita. O ato foi registrado no 2º Ofício de Notas de Natal, no dia 20 de agosto de 2012.
No documento, a professora destina seu salário para apoiar ações voltadas para a educação, em especial da infância e da adolescência, bem como para o benefício dos idosos.
Esta foi a primeira vez que ela se candidatou a um cargo público eletivo. Eleika é professora aposentada da UFRN e uma das grandes especialistas em educação no Rio Grande do Norte.
Também sub-secretária estadual de educação e secretária municipal de educação de Ielmo Marinho e Natal, onde foi responsável pela criação do Programa Pré-escola Para Todos.
“Felizmente, eu e minha família dispomos do necessário para termos uma vida digna. Por isso, me acho no dever de abdicar do salário como vereadora para lutar por uma causa que eu dediquei toda a minha vida, a educação”, disse a nova vereadora eleita.
Fonte: Blog do Bg

domingo, 26 de agosto de 2012

Nova lei da TV paga vai entrar no ar em setembro sob dúvidas


Após cinco anos de debates no Congresso e meses de regulamentação na Ancine (Agência Nacional do Cinema), a nova lei da TV passa a valer em uma semana. 
Mas o tempo de maturação da legislação não foi suficiente para dirimir dúvidas sobre mudanças cruciais em pacotes e programação de parte dos canais --que agora têm cota para produções nacionais e independentes.
Até 2013, com exceções como jornalísticos e esportivos, as TVs terão de exibir ao menos três horas e meia semanais de conteúdo nacional.
Ainda sem conhecer aspectos fundamentais da regulamentação, o setor audiovisual se mostra cético quanto à aplicação efetiva da lei a partir do próximo dia 2.
As TVs desconhecem, por exemplo, como será a fiscalização ou quais canais com ao menos 12 horas diárias de programas nacionais serão obrigatórios nos pacotes.
A última informação é essencial para a nova composição dos planos oferecidos aos assinantes. Para agravar o cenário, a Ancine enfrenta uma greve de funcionários.
Vice-presidente da ABTA, associação que reúne operadoras e programadoras do país, Oscar Oliveira aposta que não haverá nenhum canal novo em pacotes comercializados até 2 de setembro.
Manoel Rangel, diretor-presidente da Ancine, admite que esse é o principal atraso na implementação da lei.
"Nós devemos conceder um prazo adicional para o enquadramento das empacotadoras", disse Rangel à Folha, sem fixar novas datas.
Detentora de canais que poderiam ingressar nos pacotes, a Globosat diz que ainda estuda a nova legislação.
A lei foi desenhada com o objetivo de desenvolver a indústria audiovisual do país em paralelo ao crescimento do setor de TV por assinatura --hoje com 14,5 milhões de assinantes (25% do total de domicílios do país).
O setor ganhou 1,8 milhão de assinantes no primeiro semestre deste ano. Se o ritmo persistir, o governo prevê que até o fim de 2014 o serviço atinja 50% da população.
Rangel estima que quando a nova lei estiver plenamente em vigor (setembro de 2013), haverá a criação de mil horas de conteúdo nacional ao ano.
GARGALOS
De fato, a nova exigência impulsionou projetos inéditos. Mas o que se vê nos anúncios da nova grade é que parte da cota será preenchida por programas e filmes velhos.
Anthony Edward Doyle, vice-presidente regional da Turner International (dos canais Space, TNT e Cartoon Network), lista entre os problemas a demora da Ancine para liberar recursos de fomento à produção nacional.
"A gente precisará pegar projetos e produtos que já estão na prateleira para cumprir cota e não ser penalizado pela própria Ancine. É no mínimo irônico", afirmou.
A nova demanda também expôs gargalos até então desconhecidos pelo setor audiovisual. Produtoras aumentaram equipes (a TV Pinguim cresceu 25%), mas esbarram em dificuldades como a falta de roteiristas e o aumento dos cachês de profissionais.
"Estou indo à caça de talentos. Sem falar de amigos que coloquei de olheiros em universidades", disse Leonardo Dourado, diretor da produtora Telenews e conselheiro da ABPI-TV, associação das produtoras independentes.
A instituição prepara ainda uma espécie de vitrine para prospectar jovens talentos em São Paulo e no Rio.
Emissoras reclamam da força que a lei deu às produtoras. "Não quero generalizar, mas há ágio sobre alguns projetos", diz Doyle, da Turner. 
Fonte: Folha.

domingo, 5 de agosto de 2012

Refinaria lançada por Lula ainda é terreno com mato, disputado por índios


Dezoito meses após o lançamento da pedra fundamental pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que três dias depois passaria o cargo a Dilma Rousseff, a refinaria cearense Premium 2, apontada como prioritária pela Petrobrás, não passa de um enorme terreno abandonado.
Os quase 2 mil hectares destinados ao empreendimento da petroleira não foram nem sequer cercados. Não há sinais de obra. O terreno está tomado por vegetação cerrada, cortada por trilhas e estradas esburacadas de movimento quase inexistente.
O local onde houve a solenidade com a presença de Lula e do governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), não foi sequer limpo. Placas de orientação aos convidados estão jogadas no matagal. Em uma delas, de fundo branco e letras negras, era legível os trechos "Creden" e "Convid", provável referência ao credenciamento de convidados. O restante da placa desapareceu.
Na clareira em que ocorreu a cerimônia permanecem os tocos de madeira em que foram presas as tendas montadas para as autoridades. No solo empoeirado e coberto de mato rasteiro, se avistam as pedras de brita espalhadas para evitar que, se chovesse, tudo virasse um lamaçal. A placa alusiva ao evento, descerrada por Lula, desapareceu.
O principal entrave ao início da obra é fundiário, embora seja uma obra cara, orçada em US$ 11,4 bilhões e a Petrobrás, em seu Plano de Negócios 2011-2016, tenha cortado R$ 5 bilhões dos gastos destinados ao refino.
Índios da tribo anacé reivindicam a área. Sem autorização da Fundação Nacional do Índio (Funai), a Petrobrás não pode começar a trabalhar no terreno, embora equipes terceirizadas que realizam levantamentos arqueológicos já estejam no local. O atraso no começo da construção da refinaria já soma três anos. Em agosto de 2008, os governos federal e cearense definiram que em 2009 o terreno começaria a ser desmatado e terraplenado.
A administração Cid Gomes adquiriu por R$ 126 milhões a área de 1.940 hectares, que engloba trechos rurais dos municípios de São Gonçalo do Amarante e Caucaia. O terreno integra a retroárea do Complexo Industrial e Portuário do Pecém e fica a cerca de 10 quilômetro do porto, construído há dez anos para o apoio à produção da refinaria e da siderúrgica planejadas para o local desde a década de 90.
O questionamento indígena surgiu durante o processo de aquisição dos lotes do terreno. Embora nenhuma família anacé more na área, o argumento apresentado à Petrobrás e ao governo cearense é de que aquela região guarda resquícios de tradições indígenas, tendo, portanto, relevância histórica.
Sem o aval da Funai, a Superintendência Estadual do Meio Ambiente não pode liberar a licença de instalação para a Premium 2, o que impossibilita a Petrobrás de avançar na obra. Os anacés reivindicam uma terra próxima para instalar uma reserva.
Negociação. A Funai ainda não se manifestou oficialmente sobre a polêmica, mas apoia a pretensão dos índios, a quem orientam e acompanham nas discussões. Em maio, a Funai devolveu o Plano Básico Ambiental (PBA) preparado pela Petrobrás, sob alegação de que era um documento incompleto.
Reuniões para tratar do assunto vêm sendo realizadas mensalmente. A última, em 28 de julho, em Fortaleza, não resultou em entendimento. Lideranças anacés sugeriram a aquisição pelo Estado de um terreno de 889 hectares em São Gonçalo do Amarante. O governo cearense argumentou que a desapropriação demoraria, o que atrasaria ainda mais a refinaria.
A Procuradoria Geral do Estado ofereceu dois outros terrenos, que somam 1,9 mil hectares e poderiam servir como área de proteção indígena. Os anacés ainda não responderam, apesar de terem manifestado insatisfação com a contraproposta.
Na tentativa de acelerar o processo, a Petrobrás admitiu, em contatos com o governo do Ceará, responsabilizar-se por metade dos custos do terreno. Para o governador Cid Gomes, a aquisição de uma área grande o suficiente para os anacés pode custar cerca de R$ 30 milhões.
Aliados do governador consideram que os problemas criados pela reivindicação dos índios e da demora da Funai em autorizar a refinaria têm um componente político que passa pela eleição estadual de 2014.
Gomes não comenta, mas políticos ligados a ele avaliam que, se a refinaria começar a ser construída logo, o candidato do governo à sucessão terá um trunfo eleitoral bastante expressivo a apresentar na campanha. Se a demora prosseguir, os adversários do candidato de Gomes poderão responsabilizá-lo por não ter executado um projeto do governo federal que traria desenvolvimento e empregos ao Ceará. Antes aliados, PSB, partido do governador, e PT, do governo federal, serão adversários nas urnas.
Como a Funai é um órgão da administração federal, sua demora em definir se os índios têm ou não o direito de reivindicar a terra seria um expediente para beneficiar o candidato petista em 2014, na versão difundida por aliados do governador. 
Fonte: Estadão


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

1,5 milhão de brasileiros fumam maconha diariamente


Estudo  realizado por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e divulgado nesta quarta-feira mostra que aproximadamente 1,5 milhão de brasileiros consomem maconha diariamente. Os dados do 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad) - O Uso de Maconha no Brasil também apontam que mais de 3 milhões de adultos já usaram a droga no último ano e 8 milhões experimentaram maconha uma vez na vida.

Entrevistas foram realizadas em 149 municípios brasileiros, com mais de 4 mil indivíduos a partir dos 14 anos de idade. Os resultados mostram que 600 mil adolescentes já usaram maconha e que ao menos 470 mil consumiram a droga no último ano. Mais de 60% dos usuários experimentaram pela primeira vez antes dos 18 anos de idade.

Os dados do levantamento indicam que o consumo da droga no País está bem longe do consumo em outros países. Aqui, 3% das pessoas afirmam consumir a erva frequentemente. No Canadá, que lidera o ranking de consumo, 44% das pessoas usam maconha quase diariamente. Nova Zelândia segue logo atrás, com os Estados Unidos em terceiro lugar.

O estudo é relevante porque a maconha é a substância ilícita mais consumida no mundo e o Brasil está sendo palco, nos últimos anos, de diversos debates sobre sua legalização. Apesar disso, a maioria (75%) dos entrevistados não concorda com a legalização, 11% das pessoas concordam e 14% das pessoas não têm opinião formada sobre o assunto.

O relatório traz ainda alguns dados interessantes sobre o consumo da droga no Brasil: um em cada dez homens já experimentou maconha, mais de 1% da população masculina brasileira é dependente da erva, mais de 60% dos usuários experimentaram maconha antes dos 18 anos e um em cada dez adolescentes que usam maconha é dependente.
Fonte:  dgab